terça-feira, 29 de setembro de 2009

XANGÔ!


Divindade do culto afro-brasileiro, um dos orixás mais destacados do candomblé.
Orixá masculino das tempestades, dos trovões, dos raios e da justiça. Segundo a tradição oral, teria sido o quarto rei de Oyó, capital do antigo império ioruba. Filho de Iemanjá, foi casado com Iansã, com Oxum e com Obá. É representado com um rei poderoso que distribui justiça, com um machado de duas lâminas nas mãos. Características: força, retidão, orgulho, autoritarismo, sensualidade e, quando contrariado, violência.
Sincretismo: no sincretismo afro-católico, aparece como São Jerônimo, possivelmente devido ao leão que acompanha a imagem do santo, animal simbólico da realeza entre os iorubas. Também aparece como Santa Bárbara, protetora contra as tempestades, e como São Jorge, devido à espada que acompanha a imagem do santo, que é identificada à insígnia do orixá, o oxé, machadinha de lâmina dupla. São Pedro e São Miguel.
Cores: vermelho e branco no candomblé e marrom na umbanda.
Oferendas: sua comida-de-santo é galo, bode, cágado, carneiro e caruru de quiabos (amalá).
Locais: pedreiras ou pedra em beira de cachoeira.
Saudação: Kabiencille Xangô
Simbolismo: oché - machado de 2 lados.
Dia da semana: quarta-feira e para outros terça-feira, sendo a festa anual celebrada a 24 de junho ou 30 de setembro.


Em Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Paraíba, o termo "xangô" é utilizado genericamente pelos leigos para designar o próprio culto afro-brasileiro.

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